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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski, afirmou ao G1 que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de validar a aplicação integral da Lei da Ficha Limpa vai criar um "filtro" contra a corrupção na política brasileira, que, para ele, começará pelos partidos políticos.
Com a decisão do STF, ficam proibidos de se eleger por oito anos os políticos condenados pela Justiça em decisões colegiadas, cassados pela Justiça Eleitoral ou que renunciaram a cargo eletivo para evitar processo de cassação.
“Foi uma vitória da cidadania, da democracia participativa. A lei terá impacto benéfico já nas eleições de 2012. Os partidos terão de escolher candidatos baseados nos critérios da lei. Os que passarem por esse filtro dos partidos serão os melhores.”, afirmou o presidente do TSE.

Para Lewandowski, a ficha limpa "aumenta muito a responsabilidade dos partidos". O ministro avalia que a escolha dos candidatos não ficará mais restrita a um critério subjetivo dos dirigentes partidários.

"Agora, temos critérios objetivos que permitem eliminar os que não estão aptos em função de uma vida pregressa desabonadora”, declarou.
Quase dois anos depois de entrar em vigor, a Lei da Ficha Limpa foi declarada constitucional na noite desta quinta-feira (16) pela maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).  Por sete votos a quatro, o plenário determinou que o texto integral da norma deve valer a partir das eleições de outubro.
Principal defensor de Lei da Ficha Limpa, desde os primeiros questionamentos na Justiça Eleitoral, Lewandowski explicou que a decisão é definitiva e impede as incertezas que marcaram as eleições gerais de 2010. Em março, o próprio Supremo chegou derrubar a validade da norma para as eleições daquele ano.
“A população terá de se acostumar que a lei é uma realidade e pode confiar que os candidatos escolhidos terão a ficha limpa. Os poucos que passarem serão barrados pela Justiça”, disse o ministro.
Agora, temos critérios objetivos que permitem eliminar os que não estão aptos em função de uma vida pregressa desabonadora"
Ricardo Lewandowski, presidente do TSE
Para Lewandowski, o resultado de longo prazo da validade da ficha limpa será uma “conscientização” por parte do eleitor.
“Acho que vai gerar grande conscientização do eleitor, que fará pressão sobre partidos para que os melhores candidatos sejam escolhidos, do ponto de vista da vida pregressa. Saio em abril com a consciência tranqüila e o sentimento de dever cumprido”, disse o ministro, que deixará a presidência do TSE antes das eleições deste ano.
Confira abaixo os principais pontos da Lei da Ficha Limpa sobre os quais o STF se manifestou.
Presunção de inocência - O principal questionamento sobre a ficha limpa era o de que a lei seria inconstitucional ao tornar inelegíveis políticos condenados que ainda poderiam recorrer da decisão. O STF decidiu que a lei não viola o princípio que considera qualquer pessoa inocente até que ela seja condenada de forma definitiva. Essa decisão permite a aplicação da lei a pessoas condenadas por órgão colegiado, mas que ainda podem recorrer da condenação.
Fatos passados - A ficha limpa também foi contestada por atingir fatos que ocorreram antes da sua vigência, inclusive ao determinar o aumento de três para oito anos do prazo que o político condenado ficará inelegível. A maioria do STF decidiu que a lei se aplica a renúncias, condenações e outros fatos que aconteceram antes de a ficha limpa entrar em vigor, em junho de 2010.
Renúncia - A proibição da candidatura nos casos de renúncia de cargo eletivo para escapar de cassação foi mantida pelos ministros do STF. A maioria do tribunal defendeu que a renúncia é um ato para "fugir" do julgamento e que deve ser punido com a perda do direito de se eleger.
Prazo de inelegibilidade - A Lei da Ficha Limpa determina que os políticos condenados por órgão colegiado fiquem inelegíveis por oito anos. Esse período é contado após o cumprimento da pena imposta pela Justiça. Por exemplo, se um político é condenado a 10 anos de prisão, ficará inelegível por 8 anos a contar do fim do cumprimento da pena. Na prática, ele não poderia se candidatar por 18 anos.
Rejeição de contas - A lei torna inelegíveis políticos que tiveram contas relativas a cargos públicos rejeitadas. Por exemplo, um prefeito que tenha tido as contas do mandato reprovadas por um tribunal de contas.
Órgãos profissionais - O Supremo manteve o dispositivo da Lei da Ficha Limpa que torna inelegíveis pessoas condenados por órgãos profissionais, devido a infrações éticas, como nos casos de médicos e advogados que eventualmente forem proibidos de exercer a profissão pelos Conselhos da classe.



Postada:Gomes Silveira
Fonte:Matéria extraida do Portal G1





 
Ministros do STF durante julgamento da Lei da Ficha Limpa (Foto: Dida Sampaio / Agência Estado)O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Arnaldo Versiani disse nesta quinta-feira (15) que a validação da Lei da Ficha Limpa pelo Supremo Tribunal Federal  poderá influenciar os partidos políticos a fazer uma seleção mais “criteriosa” de seus candidatos.
Nesta quinta, o STF decidiu manter a proibição às candidaturas de políticos condenados pela Justiça em decisões colegiadas ou que renunciaram a cargo eletivo para evitar processo de cassação.
“Quem sabe com o julgamento do Supremo os partidos passem a fazer uma peneira. Tomara que seja assim. A dificuldade são os caciques políticos que têm currículos não convincentes.
A gente sabe que tem grandes figuras com contas rejeitadas e condenação criminal que insistem em ser candidatos”, afirmou Versiani ao G1.
Para o advogado e ex-ministro do TSE José Eduardo Alckmin, as legendas deveriam ter mais “cautela” na escolha dos candidatos.
“Certamente aqueles que estiverem sob a influência da lei, com registros ameaçados, certamente os partidos em relação a eles terão mais cuidado. A tendência com essa decisão seria ter mais cautela na escolha dos candidatos", disse.
Segundo ele, quem insistir em se candidatar apesar de estar inelegível com base na Lei da Ficha Limpa vai concorrer “para entregar o cargo" ao adversário.
“Alguém que esteja inequivocamente com causa de inelegibilidade vai concorrer para entregar o cargo ao opositor. E se ele receber mais de 50% do número dos votos, vai haver nova eleição”, disse.
Aplicação da Lei
O ministro Arnaldo Versiani explicou que as regras Lei da Ficha Limpa podem ser aplicadas já no momento de registro da candidatura.

Segundo o ministro, se o juiz verificar que o político é inelegível com base nos critérios da lei, ele poderá negar o registro. É possível ainda, de acordo com Versiani, que o registro seja concedido pela Justiça e depois impugnado pelo Ministério Público Eleitoral, se verificada a existência de condenação por órgão colegiado.
“Os partidos vão apresentar seus candidatos até princípio de julho, e o importante é que, se algum candidato incidir em alguma situação de inelegibilidade, aja essa impugnação, e o juiz eleitoral casse o registro” afirmou.
A dificuldade são os caciques políticos que têm currículos não convincentes. A gente sabe que tem grandes figuras com contas rejeitadas e condenação criminal que insistem em ser candidatos"
Ministro Arnaldo Versiani
Para Eduardo Alckmin, se o político só for condenado após a diplomação, ele não deve perder o cargo. Segundo o ex-ministro, a condição de inelegibilidade deve existir antes do momento de diplomação. Condenações posteriores só terão efeito nas próximas eleições.
“Há o que chamamos de inelegibilidade superveniente, quando o político eleito é condenado, por exemplo, numa ação criminal. Se a inelegibilidade só surgir depois da diplomação, ela não vai atingir a condição de eleito”, afirmou Alckmin.
Recursos
Mesmo que tenha o registro cassado durante o processo eleitoral, o político que tiver sido condenado em decisão colegiada poderá concorrer às eleições enquanto estiver recorrendo da sentença. No entanto, os votos que ele receber serão considerados nulos, disse o ministro Arnaldo Versiani. O ministro destacou ainda que o político que tiver condenação revista por corte superior só terá direito de tomar posse se for absolvido até a data marcada para a diplomação.

“Se ele tem um processo qualquer, com recurso criminal ou de improbidade administrativa, ele tem que ter decisão favorável até a diplomação. Se for julgado até a data marcada para a diplomação, o TSE entende que ele pode ser diplomado. Se essa absolvição só ocorrer depois, os efeitos da Lei da Ficha Limpa já terão sido concretizados”, explicou.
José Eduardo Alckmin também afirmou que o processo criminal ou civil só pode afetar o registro de candidatura do político até a diplomação. “A influência dessas decisões novas em outros processos, no processo eleitoral, só vale até o momento da diplomação.”

Postada:Gomes Silveira
Fonte:Matéria extraida do Portal Antonio Viana





Joaquim CartaxoImpaciência não é recomendável na atividade política, em especial na disputa eleitoral em  que o detalhe pode destruir o todo. Nessa passo, a quem interessa o PT indicar o nome de seu candidato a prefeito de Fortaleza já, quando o aconselhável é adiar essa decisão ao máximo ? Por que indicar o nome já, quando estamos a mais de cinco meses das convenções partidárias que oficializarão os candidatos a prefeito e a vereador ?

O anúncio do nome, já, interessa somente aos adversários que dependem dessa definição para atacar o escolhido e organizar sua participação na pré-campanha eleitoral. Como essa decisão ainda não ocorreu, a oposição está parada, sem atitude.
Quanto mais o tempo passa, a pressão aumentará para que o PT indique seu candidato.
Entretanto, o momento dessa decisão faz parte da agenda tática que interessa ao partido e seus aliados. Sublinhe-se ainda que não há aliado abandonado, pois todos compõem a gestão popular de Fortaleza e participam da implantação dos programas, projetos e ações com suas possibilidades e limites políticos e técnicos.
Os vereadores Guilherme Sampaio e Acrísio Sena, presidente da Câmara Municipal de Fortaleza; os deputados Artur Bruno e Camilo Santana, secretário de estado das cidades; e o secretario municipal de Educação, Elmano de Freitas são os pré-candidatos em debate no Partido dos Trabalhadores. Dentre eles, a seleção de quem representará o PT como candidato a prefeito na disputa eleitoral de 2012 será dos filiados do partido em Fortaleza, por meio de encontros ou prévias realizados para essa deliberação. Portanto, o escolhido será uma decisão da maioria partidária que é uma prática histórica de um partido que completou 32 anos no dia 10 de fevereiro.
Joaquim Cartaxo é arquiteto, mestre em planejamento urbano e regional e vice-presidente estadual do Partido dos Trabalhadores.



Postada:Gomes Silveira
Fonte:Matéria extraida do Portal Higo Carlos



O governador Cid Gomes (PSB) reagiu contra as declarações do senador José Pimentel (PT), de que os recursos federais encaminhados ao Governo do Estado e Prefeituras destinados à construção de moradias populares e às obras da refinaria, no Pecém, estão sendo devolvidos por falta de projetos. A prefeita Luizianne Lins (PT) minimizou.

“Entendi essa fala do Pimentel como uma declaração de guerra. Eu tento respeitar as pessoas quanto mais humildes elas sejam, mas definitivamente o Pimentel não tem humildade”, disse o governador, após ser instigado, durante café da manhã com jovens empresários de Fortaleza, ontem.
Cid comentava os investimentos do governo estadual e as oportunidades que o Ceará possui para desenvolver-se, afirmando que o Porto do Pecém já possui um programa de expansão previsto e fará o papel de entreposto comercial.
O governador disse ainda que para defender o governo Dilma Rousseff não precisa xingar ninguém. Ele, porém, é quem mais defende os projetos da União, no Estado do Ceará. Por fim, Cid parafraseou uma frase usada em para-choques de caminhão. “Se a sua estrela não brilha, não tente apagar a minha”, salientou.
SEM CONHECIMENTO
Luizianne evitou entrar em polêmica. Questionada sobre as declarações de Pimentel, a petista disse que o senador é uma pessoa bastante cuidadoso com os dados, além de minucioso e focado no seu trabalho. Porém, não podia avaliar por não possuir conhecimento sobre a discussão. “Não tenho como avaliar, porque não tenho conhecimento da causa. Então, não posso reafirmar, ou desmentir”, disse, durante visita técnica as obras de intervenção na Praia de Iracema, na manhã de ontem.

Já secretário municipal da Habitafor, Roberto Gomes, disse que projeto Minha Casa Minha Vida não tem recursos pré-determinados. O que existe, de acordo com o secretário, é uma quantidade fixa de unidades habitacionais a serem executadas, no caso do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) II são dois milhões de unidades. Portanto, os Estados e Municípios acessam os recursos à medida que os projetos são aprovados pela Caixa Econômica Federal. “Prefeitura e Estado não executa obra”, disse.
O vereador Marcelo Mendes (PTC) também questionou, ontem, as declarações de Pimentel. Para Marcelo, as informações são erradas, pois põem em dúvida a reputação e o trabalho do governador Cid. “Quando o gestor, por falha, perde recurso federal, isso é prevaricação e isso é crime. O senador não atacou o governador, atacou a inteligência do povo cearense. Nós não merecíamos isso. Não se pode negar ao Cid a competência, que ele tem visão de Estado, de governo, negar que é um grande gestor e administrador”.
Para finalizar, o vereador questionou a demora de Pimentel em diagnosticar falhas na gestão de Cid à frente do governo. “O senador está na Câmara Federal há vários mandatos, pois de repente ele descobriu que o Governo não presta, que é incompetente?”.
REAFIRMAÇÃO
Em nota, Pimentel reafirmou as declarações. Segundo o petista, declarou apenas o que é fato. Ele, porém, reconheceu que o problema não é local e depende de vários fatores, muitas vezes complexos.

“A nossa intenção é agilizar os processos, contribuindo com o Governo do Estado e as prefeituras na execução dos programas e metas”, diz a nota, ressaltando a existência de um projeto em andamento no estado do Ceará, fruto da conjugação de forças que elegeu Cid Gomes duas vezes governador e reelegeu a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins.


Postada:Gomes Silveira
Fonte:Matéria extraida do Portal O Estado



A única manifestação pública de Pimentel, ontem, aconteceu por meio de nota oficial publicada em sua página na Internet.

No texto, Pimentel adotou um tom de manutenção da aliança, mas reafirmou que há recursos disponíveis para o Ceará que deixam de ser utilizados.

“Esse não é apenas um problema local e reconheço que depende de vários fatores, muitas vezes complexos”, escreveu, em sua página na Internet.


Procurado por telefone, o senador não atendeu às ligações. Por meio da assessoria de imprensa, disse que não acrescentaria declarações.

O desentendimento envolvendo o petista e o Governo do Estado torna mais difícil a escolha do senador como candidato a prefeito de Fortaleza.

A hipótese foi levantada pela prefeita Luizianne Lins (PT), que apontou Pimentel como candidatura reserva para o caso de não haver acordo político com o PSB.

O nome do senador, porém, passa por uma resistência natural na ala dos Ferreira Gomes. Isso porque, se Pimentel deixar o Senador Federal para assumir compromissos políticos em Fortaleza, um dos principais inimigos de Cid, Sérgio Novais (PSB), assume o mandato de Pimentel, em Brasília, e pode se tornar um complicador para a gestão de Cid.

As recentes declarações de Cid, porém, reforçam essa resistência ao nome de Pimentel. Ontem, Cid reafirmou que considera legitimo que o candidato da aliança seja do PT, mas ressaltou que não apoiará “qualquer candidato” imposto pelo PT.


Postada:Gomes Silveira
Fonte:Matéria extraida do Portal O Povo



Cobranças, farpas e acusações trocadas entre o senador José Pimentel (PT), até então o "candidato reserva" da prefeita Luizianne Lins em Fortaleza, e os Ferreiras Gomes, mostram que a coligação está à beira do colapso

Um dia de embates públicos, com críticas e ataques violentos entre aliados, coloco a aliança PT-PSB à beira do rompimento, em Fortaleza. Logo pela manhã, o governador Cid Gomes (PSB) reagiu duramente às declarações do senador José Pimentel (PT), que havia falado que verbas federais previstas para o Ceará estariam sendo devolvidas aos cofres da União.



 Isso estaria comprometendo a realização de programas como o Minha Casa, Minha Vida e a implantação da refinaria. “Entendi essa fala do Pimentel como uma declaração de guerra”, afirmou Cid, em encontro na Associação dos Jovens Empresários.

A reação de Cid vem em um momento de forte tensão entre os dois partidos. Há poucas semanas, a prefeita Luizianne Lins disse que Pimentel poderia ser o candidato à Prefeitura. A ideia causou mal estar no governo porque o primeiro suplente de Pimentel é Sérgio Novais, principal adversário dos irmãos Ferreira Gomes no PSB. Na semana passada, Ivo Gomes, chefe do gabinete do governador, fez duras críticas à Prefeitura e disse que o governo não passaria as unidades de pronto atendimento (UPAs) para a administração municipal por não ter “confiança” nela. Ivo também disse que a Prefeitura atrapalha diversas intervenções do Governo do Estado na Capital. As críticas foram reforçadas pelo ex-governador Ciro Gomes, também irmão de Cid. Na quarta-feira, foi a vez de Pimentel criticar o Governo em uma entrevista ao jornal Diário do Nordeste.

Ontem, em quase 9 minutos em um vídeo publicado no O POVO On Line, Cid disse que ligou para o próprio Pimentel para pedir esclarecimentos. “Fiquei profundamente incomodado”, disse. “Não há devolução de dinheiro. É mentira, mentira”, disse pouco depois. Cid rebateu os exemplos dados por Pimentel. “Estou quase falando sozinho no meu partido (em favor da manutenção do apoio ao PT)”, lembrou.

A reação foi instantânea. No PSB, várias manifestações puxaram a linha do rompimento. Sem Cid como intermediário, a possibilidade de uma coligação fica cada vez mais remota. No PT, os “bombeiros” entraram em campo para tentar apagar o incêndio. Eles sabem que o sucesso ou não dessa operação será decisivo para os rumos da eleição na Capital.

E agora

ENTENDA A NOTÍCIA

Principal fiador da aliança PSB-PT no Governo do Estado, Cid Gomes, além de ser governador, é o presidente do partido no Ceará. Fica a expectativa sobre seus posicionamentos daqui para frente.

Saiba mais

As declarações do governador Cid Gomes (PSB) e do senador José Pimentel (PT) sobre possível devolução de verbas federais destinadas ao Ceará, criaram mal estar entre os parlamentares que compõe a base governista na Assembleia Legislativa.

Durante a sessão plenária de ontem, parlamentares da base manifestaram o desejo de rompimento da aliança entre PT e PSB na Capital.

- O líder do bloco PT-PSB-PMDB, deputado Welington Landim (PSB), disse esperar um esclarecimento por parte de Pimentel, e afirmou que o governador tem razão.

Para Landim, Pimentel fez “críticas que não são verdadeiras”. “Eu não sei o que passou na cabeça do Pimentel. Ele é estudioso, mas equivocou-se”, disse.



Postada:Gomes Silveira
Fonte:Matéria extraida do Portal O Povo



O que será que Tasso Jereissati estaria pensando agora, ao saber da briga do governador Cid Gomes (PSB) com o senador José Pimentel (PT), que teve apoio eleitoral dos Ferrdeira Gomes para derrotar o tucano?
Assessores e amigos próximos do ex-senador instados pelo Blog preferem nada comentar. Mas alguns deixam claro que o melhor remédio na política é o velho adágio que diz: “Nada como um dia atrás do outro”.
DETALHE – Pimentel criticou o Governo do Estado por ter devolvido recursos federais por falta de projetos. Cid reagiu e o chamou de mentiroso.


Postada:Gomes Silveira
Fonte:Matéria extraida do Blog Eliomar de Lima