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Mayara foi escolhida pela líder Laisa e Fael foi o mais votado pelos outros participantes do reality show

  
 
Depois de muitas especulações acerca da indicação da líder Laisa para o próximo paredão, o participante Fael mudou os rumos após ganhar o poder de imunizar um dos colegas. O veterinário atendeu o big fone e, com esse poder, ele favoreceu João Mauricio, um dos principais alvos do quarto floresta. Outro imunizado foi Yuri. Ronaldo conquistou o anjo e tirou qualquer possibilidade de Yuri ir para o paredão.


No final, a líder Laisa indicou Mayara, dizendo que conversa pouco com a arte educadora e porque, segundo ela, a paulista não faz muito na casa.
Com Yuri e João Mauricio imunizados, a maioria da casa votou em Fael, que teve quatro votos, um a mais do que Ronaldo e agora disputa a preferência do público com Mayara.

Postada;Gomes Silveira
Fonte:R7


Policiais foram chamados, na noite deste domingo (29),  para conter uma briga entre torcedores dos times do Ceará Sporting Club e do Fortaleza Esporte Clube no Terminal de ônibus da Parangaba, em Fortaleza. 
De acordo com informações da polícia, cerca de 30 pessoas, que usavam a blusa do time do Ceará, agrediram um homem que estava usando uma camiseta do time do Fortaleza.
Para evitar uma fatalidade, guardas municipais efetuaram disparos para cima, com intuito de assustar os agressores. Os suspeitos conseguiram fugiram, e a vítima foi atendida no local.
Assaltos no Ancuri
Após denúncias da população, a polícia se deslocou, na noite deste domingo (29), até o Quarto Anel Viário, no município de Maracanaú, Região Metropolitana de Fortaleza, para tentar prender assaltantes que estavam realizando arrastões no local. 

Segundo motoristas, o grupo usava armas longas e abordava os condutores que passavam pela rodovia. Houve perseguição, mas os acusados conseguiram fugir pelo matagal. Até o início da manhã desta segunda-feira (30), ninguém tinha sido preso.
Assalto a policial militar
Um policial militar foi alvo de uma assalto no Conjunto São Cristóvão, em Fortaleza, na noite deste domingo (29). A vítima estava retornando do trabalho em uma motocicleta quando foi abordada por dois homens.
Os acusados conseguiram levar o veículo e a pistola do PM. Após o crime ser informado ao 30º DP, a polícia conseguiu localizar a moto abandonada no Conjunto Prefeito José Walter, mas ninguém foi preso.

Postada:Gomes Silveira
Fonte:jangadeiro


A competição atraiu um bom público e Quixadá conquistou 32 medalhas. 


A quadra poliesportiva da Faculdade Católica Rainha do Sertão virou um tatame para recepcionar a 1ª Copa Estadual Terra dos Monólitos. Ao todo 250 competidores de 15 municípios do Ceará e da cidade de Teresina-PI, duelaram em busca de uma medalha na modalidade esportiva que tem se destacado ao longo dos últimos anos no Estado do Ceará. 


A copa recebeu um bom número de pessoas que foram ver de perto as artes do Jiu-Jitsu, muitos foram torcer pelos atletas da cidade de Quixadá, que teve 50 participantes e destes 32 conseguiram medalhas, como é o caso do competidor José Ernílson, 28 anos, ele foi campeão na modalidade faixa azul. Contou que há oito anos faz parte e equipe SAS de jiu-jitsu de Quixadá, mas que compete por gostar mesmo, “é como Vigilante que consigo tirar as despesas do Jiu-Jitsu, pois em nossa cidade não tem como viver só do esporte”. Ismael Rodrigues, 26 anos, foi também um quixadaense campeão na categoria 88 kg.



Se os atletas da região têm dificuldades para participar de grandes competições por questão financeira, os da capital enfrentam problema semelhante, como conta o competidor Alex Silva, 31 anos, 12 de lutas. Para chegar a Quixadá conseguiram um ônibus com um pastor evangélico, “tudo pra nós atletas é difícil”. Alex é Guarda Municipal de Fortaleza. 


José Silvestre, popularmente conhecido como Barraca, foi um dos organizadores do evento e disse que 250 competidores marcaram presença, superando a expectativa da Federação Cearense de jiu-jitsu olímpico e equipe SAS de jiu-jitsu de Quixadá, organizações responsáveis pelo evento.


Fique por dentro:
O jiu-jitsu ou jiu-jítsu (em japonês 柔術, transl. jū, "suavidade", "brandura", e jutsu, "arte", "técnica") é uma arte marcial japonesa, porém de origem indiana, que utiliza alavancas e pressões para derrubar, dominar e submeter o oponente, tradicionalmente sem usar golpes traumáticos, que não eram muito eficazes no contexto em que a luta foi desenvolvida, porque os samurais (bushi) usavam armaduras (Fonte: wikipedia).

Mais informações:
Magno Sergio ( Sasquatch)
(88) 9931-7484
José Silvestre ( Barraca)
(88) 9989-6070

Postada:Gomes Silveira
Fonte:Revista Central - www.revistacentral.com.br



Em 4 de março, o tucanato realizará uma prévia com quatro pré-candidatos.

São Paulo — O PSDB nasceu em 1988 como uma dissidência do PMDB de José Sarney e Ulysses Guimarães. Sete anos depois, assumiu a Presidência da República com Fernando Henrique Cardoso, e o Palácio dos Bandeirantes com Mário Covas. Permanece no comando de São Paulo até hoje, mas está fora do Planalto desde 2002. Tem um eleitorado cativo no estado e quase 20% de reconhecimento e respeito na capital paulista, segundo pesquisas encomendadas pelo principal rival, o PT. Tanto poder político é insuficiente para responder, a nove meses das eleições municipais, se o partido terá um candidato competitivo na maior cidade do país para enfrentar o PT de Luiz Inácio Lula da Silva e de Fernando Haddad.


Em 4 de março, o tucanato realizará uma prévia com quatro pré-candidatos: Bruno Covas, secretário de Meio Ambiente de São Paulo; José Aníbal, secretário de Energia; Andrea Matarazzo, secretário de Cultura; e Ricardo Tripoli, deputado federal. Caberá a um dos quatro a tarefa de, amparado pela máquina estadual, convencer uma cidade de 12 milhões de habitantes, repleta de problemas e de desafios, que tem condição de manter o prestígio da legenda em alta.


O suspense que colocou o principal partido de oposição ao PT nesta encruzilhada surgiu da disputa fratricida das duas maiores lideranças da legenda no Estado: José Serra e Geraldo Alckmin. Rivalidade alimentada há pelo menos 12 anos. Desde 2000, só esses dois tiveram o direito de disputar cargos majoritários no partido. Alckmin ainda era vice de Covas quando foi escolhido pela legenda para ser candidato a prefeito da capital. Em 2002, ele próprio elegeu-se governador.


Em 2004, Serra ganha a prefeitura. Dois anos depois, chega ao Palácio dos Bandeirantes. Em 2008, Alckmin perde a prefeitura de São Paulo, mas vence o governo estadual em 2010. Nesse período, Serra foi duas vezes candidato a presidente e Alckmin, uma. “Havia um acordo tático de que ninguém poderia furar esse bloqueio. A militância do PSDB está há muito tempo sendo convocada apenas para homologar essa alternância”, reclamou um alto representante tucano em São Paulo, sem querer comprar briga explícita com os demais caciques estaduais.


Falta também, na opinião de vários tucanos ouvidos pelo Correio, alguém com pulso suficientemente firme e disposição política para colocar ordem na casa. Nos primórdios do PSDB, esse trabalho de organização partidária era dividido por Fernando Henrique Cardoso, Franco Montoro e Mário Covas. Os dois últimos estão mortos. E Fernando Henrique? “Ele está interessado em lançar livros, dar palestras, participar de documentários, curtir a sua nova namorada. Ele não tem mais paciência para se envolver com a engrenagem do partido”, confirmou um experiente tucano.


O que não impede FHC de emitir recados diretos, especialmente contra Serra. “A minha cota de Serra deu. Ele foi duas vezes meu ministro, duas vezes candidato a presidente, candidato a governador e a prefeito. Chega, não tenho mais paciência com ele”, confessou o ex-presidente da República a pelo menos dois interlocutores, semanas antes da famosa entrevista à revista The Economist, na qual aponta Aécio Neves como candidato natural do PSDB à campanha presidencial de 2014.


Visão estreita
 O que impacienta o PSDB não é apenas o fato de o comando do partido em São Paulo estar concentrado apenas em duas mãos. Irrita profundamente os filiados a constatação de que nem Alckmin nem Serra podem ser considerados lideranças empolgantes. O primeiro é visto como um governador provinciano e caipira. Faz questão de ligar pessoalmente para prefeitos e discutir convênios firmados pelo governo estadual. “Ele não saiu de Pindamonhangaba ainda (terra onde começou a carreira política). Quando foi deputado federal, parecia um vereador”, provocou um aliado de José Serra.

Serra tem mais currículo. Esteve à frente da pasta do Planejamento, foi senador e, até hoje, é considerado um dos melhores ministros da Saúde que este país já teve. Mas sua antipatia crônica deixou-o isolado no partido. “Ele é pesado, não ouve ninguém, toma decisões sozinho e é incapaz de assumir os próprios erros”, criticou um tucano mais próximo de Geraldo Alckmin. “Serra não pode reclamar de nada do partido. Em 2010, ele fez a campanha do jeito que quis, teve completa autonomia. E perdeu para Dilma Rousseff uma campanha que nós poderíamos ter ganhado”, disse outro correligionário, corroborando a avaliação feita por Fernando Henrique Cardoso.


Um dos mais experientes parlamentares do partido, o deputado Walter Feldmann (SP) está desanimado. Ele expôs ao Correio toda a desilusão com a legenda que ajudou a fundar no final da década de 1980. “Um partido que perde a capacidade de definir objetivos estratégicos vai ficar sempre refém de projetos conjunturais e eleitoreiros”, criticou.



Quem é quem


Confira os quatro nomes tucanos que disputam a indicação do partido para concorrer à prefeitura de São Paulo

 (Mastrangelo Reino/Folhapress )  

Bruno Covas
Secretário de Meio Ambiente de São Paulo, é neto do ex-governador e fundador do partido, Mário Covas. Já foi também presidente nacional da Juventude do Partido.

 (Eduardo Knapp/Folhapress)  

Andrea Matarazzo
Secretário de Cultura de São Paulo. Sobrinho-neto do conde Francesco Matarazzo. Foi também secretário de coordenação das subprefeituras da Prefeitura de São Paulo.

 (Carlos Moura/CB/D.A Press -)  

José Aníbal
Secretário de Energia de São Paulo, deputado federal licenciado, foi presidente do PSDB entre 2001 e 2003 e coordenador do programa de governo de Geraldo Alckmin em 2010.

 (Brizza Cavalcante/Agência Câmara)  
Ricardo Tripoli
Deputado federal, vice-líder do PSDB na Câmara. Em 1995, ocupou o cargo de presidente da Assembleia Legislativa de
São Paulo. Em 1999, foi secretário estadual do Meio Ambiente, no governo de Mário Covas.

PT discute estratégia
Integrantes do Conselho Político da campanha à prefeitura de São Paulo de Fernando Haddad começaram a definir ontem a estratégia que o PT vai colocar em campo para a disputa de outubro. Nos próximos dias, Haddad deve intensificar a agenda nas periferias da cidade e ampliar o debate com alguns líderes comunitários para, a partir de então, definir as primeiras linhas do plano de governo. No encontro, também ficou acertado que o PT tentará alianças com “velhos parceiros”, como o PSB, o PCdoB, o PR e o PDT. Em relação ao PSD, o dialogo permanecerá aberto. “Vamos insistir também com a ideia de compor com o PMDB”, ressaltou o líder do PT na Câmara, deputado Paulo Teixeira (SP). O evento contou com a participação de senadores, deputados estaduais, vereadores e dirigentes do partido. A principal ausência foi a da senadora Marta Suplicy (SP), preterida pelo partido na disputa pelo comando da capital paulista.


Ao abrir fogo contra Kassab, Marta busca afastar qualquer possibilidade de acordo entre o PT e o PSD do atual prefeito de SP.

Preterida por Lula e pelo PT na sucessão municipal, a senadora Marta Suplicy rompeu o silêncio e declarou guerra às negociações de Lula e do PT com o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD).
Em sua coluna do último sábado na Folha, "Incompetentes e truculentos", ela acusa o prefeito de "desprezar e desrespeitar" favelados, abandonar o centro, boicotar o Bolsa Família e guardar "bilhões" nos bancos enquanto "a pobreza grassa solta na cidade".

"Não sobram áreas para a dupla PSDB-Kassab atentarem contra os menos favorecidos de São Paulo", sentencia, numa frase que identifica o prefeito como inimigo dos pobres e o associa aos tucanos, maiores adversários do petismo em São Paulo e no Brasil.
Ao abrir fogo contra Kassab, Marta atinge os dois aliados que frustraram seu sonho de disputar a eleição: Lula, que iniciou e incentiva a aproximação, e o pré-candidato Fernando Haddad, que vacila em assumir um discurso de oposição ao prefeito.
De quebra, a senadora joga gasolina na fogueira da militância do PT, que resiste à ideia de dividir palanque com o rival histórico.

Postada:Gomes Silveira
Fonte:Antonio Viana

 



Embora seja apoiada pelo ex-presidente Lula, uma eventual aliança com Kassab enfrenta resistência no PT.

Candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, o ex-ministro da Educação Fernando Haddad disse no sábado (28) que a prioridade de sua campanha é buscar alianças com partidos da base do governo.
Segundo Haddad, o conselho político da campanha decidiu de forma unânime conversar primeiro com PMDB, PR, PSB, PC do B e PDT.

O candidato à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, durante reuniãoo de conselho político
As conversas com o PSD, partido do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, não estão descartadas nem censuradas, mas ficarão como segunda opção. Na prática, as negociações devem continuar, já que contam com o apoio do ex-presidente Lula.
"Não houve uma aproximação formal do PSD. O presidente do partido não foi procurado e o próprio PSD deixou claro que ele tem outras prioridades. A nossa [prioridade] é a busca de coligação com os partidos da base aliada", afirmou Haddad.

CONFLITO INTERNO
Embora seja apoiada pelo ex-presidente Lula, uma eventual aliança com Kassab enfrenta resistência no PT.
Na quarta-feira, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, disse que apoiar Haddad é somente a "terceira opção" do atual prefeito de São Paulo.
Em seu blog, o ex-ministro José Dirceu afirmou que a aliança com PSD é caminho de "pedras e perigos".
Em artigo na Folha deste sábado, a ex-prefeita Marta Suplicy também atacou o criador do PSD.
Com o título "incompetentes e truculentos", o texto de Marta começa dizendo que "Não sobram áreas para a dupla PSDB-Kassab atentarem contra os menos favorecidos de São Paulo".
Preterida pelo PT em São Paulo, Marta não compareceu à reunião do conselho político da campanha de Haddad. Foi a primeira reunião do ex-ministro desde que ele deixou a pasta da Educação no começo desta semana para se dedicar integralmente à campanha.

Postada:Gomes Silveira
Fonte:Antonio Viana


O governador não quer passar para a história como um gestor que se preocupou mais com obras faraônicas, deixando os cearenses em segundo plano
notícia

O desfecho da corrida eleitoral de outubro próximo deixará montada parte do tabuleiro das disputas seguintes. No ambiente local, envolverá, principalmente, a sucessão do governador Cid Gomes e do senador Inácio Arruda (PCdoB). É nessa perspectiva que devem ser vistas as articulações do momento, de todas as forças políticas. Das hegemônicas às inexpressivas. É, também, nesse pano de fundo onde se inserem as perspectivas de Luizianne Lins a partir do dia 1º de janeiro de 2013. Na reportagem deste domingo do O POVO, assinada pela repórter Marcela Belchior, são cinco os possíveis cenários para a petista: alçar voos mais altos, como disputar o Governo do Estado ou o Senado, assumir um posto no Governo Federal, voltar à Universidade ou optar pela maternidade.


O CENÁRIO E AS PREFERÊNCIAS
Notemos que todas as opções têm relação direta com o sucesso ou fracasso da prefeita em fazer o sucessor. Não se concebe que sendo a principal fiadora de uma hipotética vitória do PT na Capital, Luizianne, simplesmente, volte às salas de aula ou se recluse e passe a se dedicar à criação de um segundo filho. Assim como é difícil considerar que a petista, uma vez derrotada nas urnas, tenha estofo político para entrar na briga pela cadeira de Cid ou pela a vaga aberta com o fim do mandato de Inácio. E o que isso tem a ver com o atual momento, de articulações partidárias e o processo de escolha do candidato do PT? Só tudo. Como este colunista já enfatizou em edições anteriores, a força de Luizianne pós-Prefeitura vai depender do resultado eleitoral e, em caso de vitória, do nível de ascendência que tiver sobre o futuro prefeito. Isso explica a preferência dela pelo nome de Waldemir Catanho, já descartado, e agora por Elmano de Freitas.
O QUE FIZERAM CID E LULA
A incógnita mesmo ficaria em relação a Luizianne assumir um posto graduado no governo Dilma. Primeiro porque isso não seria incompatível com outras opções. Ou seja, Luizianne poderia ir para o Governo Federal, independentemente de entrar ou não na corrida majoritária em 2014. Seria até uma estratégia, para continuar com boa visibilidade no período em que não estiver em mandato eletivo. Ao sair da Prefeitura de Sobral, em 2005, Cid foi aos Estados Unidos, trabalhar em uma espécie de consultoria do BID. Sem, claro, perder contato com a política cearense. Dois anos depois, candidatou-se e foi eleito governador. A questão é saber se o resultado eleitoral deste ano influenciará no destino político da prefeita, nesse ponto. O então presidente Lula era useiro e vezeiro em acomodar aliados derrotados nas estruturas governamentais. Agora, em 2012, Dilma terá a primeira eleição no transcurso da gestão. Portanto, ainda não dá para saber qual será a marca da presidente em relação a isso.
A NOVA PROPAGANDA DO PALÁCIO DA ABOLIÇÃO
No Brasil, por uma dessas distorções de nossa cultura política, a propaganda oficial sempre construiu a imagem dos governos. Deveria ser algo institucional, que se prestasse a manter a sociedade informada sobre o que fazem – ou deixam de fazer – os gestores. Em vez disso, usualmente, ajudam a esculpir a marca do político de plantão. Dito isso, uma constatação: o governo Cid Gomes está redirecionando sua máquina de comunicação. Saiu, parcialmente, o endeusamento de grandes obras e megaprojetos e entrou o fator gente. A humanização das peças publicitárias transformou atores e modelos, antes apenas um acessório em atos de inauguração, simulando o corte de uma fita, em pessoas reais. Vemos, agora, cidadãos e cidadãs depondo sobre supostos benefícios e facilidades a partir de determinadas ações do Palácio da Abolição. O slogan principal do governo também mudou. Na expressão “Construindo um Novo Ceará” foi acrescido “Pra Você”.
O GOVERNO E A HISTÓRIA
Competente e profissional da politica, Cid não é dado a improvisos e achismos na gestão que comanda. Não será, pois, de admirar, se a nova fase da propaganda do Governo do Estado refletir algum tipo de demanda de opinião pública, captada através de pesquisas. Cid estaria determinado a dar uma guinada em seu governo? Ainda é cedo para dizer isso. Mas, por ora, já dá para afirmar que o governador não quer passar para a história como um gestor que se preocupou mais com obras faraônicas, deixando os cearenses em segundo plano.

Postada:Gomes Silveira
Fonte:O Povo