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Quixadá - Durante todo o dia cerca de 150 jovens, com idade dos 8 aos 18 anos participam da seleção que está sendo realizada por uma equipe do Clube de Regatas Flamengo no estádio José Antônio de Lima, o Abilhão, em Quixadá. Segundo o secretário de Esportes e Juventude deste Município do Sertão Central do Ceará, Jean Silva, a relação dos aprovados nesta cidade deverá ser divulgada amanhã, dia 8, no portal oficial do clube > Craque Rubro-Negro. Para chegarem ao campo de treinos da Gávea, no Rio de Janeiro, os aprovados ainda deverão passar por outra peneirada, no estádio Presidente Vargas, em Fortaleza.



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Amparada pelo marido e pelos filhos, dona Célia, mãe dos rapazes assassinados, voltou a se emocionar no Fórum
O júri teve início na manhã de ontem e a sentença, com a condenação do réu, foi anunciada 1h50 de hoje

Após 15 horas de julgamento, o 1º Tribunal do Júri da Comarca de Fortaleza condenou, a uma pena de 46 anos de reclusão, o ex-capitão da Polícia Militar, Daniel Gomes Bezerra, pela morte dos irmãos Marcelo e Leonardo Moreno Teixeira. Depois de ter ouvido o depoimento de nove testemunhas, o interrogatório do réu e mais três horas de debates entre acusação e defesa, o conselho de sentença (formado por quatro homens e três mulheres) decidiu condenar o ex-policial por prática de duplo homicídio qualificado.

Daniel Bezerra foi condenado a 24 anos por cada um dos crimes, porém teve a pena reduzida em um ano para cada um deles, pelo atenuante de ter confessado ser o autor dos assassinatos. Após o veredicto, a defesa do réu anunciou que irá recorrer da decisão do Júri ao Tribunal de Justiça do Estado.

O dia de ontem foi marcado pelo clima de expectativa e clamor por justiça. Logo cedo, os amigos e familiares das vítimas abriram faixas na entrada principal do Fórum Clóvis Beviláqua, no bairro Água Fria, pedindo justiça. Fotos dos dois rapazes assassinados ilustravam os cartazes, bem como as camisetas pretas vestidas pelos parentes e amigos.

A sessão foi iniciada com a escolha dos sete componentes do Conselho de Sentença e seguiu durante todo o dia. Somente à noite, já por volta de 21 horas, após o longo interrogatório do réu, a juíza de Direito presidente do Júri, Danielle Pontes de Arruda Pinheiro, autorizou o início dos debates entre defesa e acusação.

Depoimento
No decorrer da tarde, o depoimento considerado mais importante foi prestado perante a juíza pelo tenente-coronel PM Geovane Mendonça Guedes Alcoforado. Ele havia faltado ao primeiro julgamento, marcado para a semana passada. Ontem, logo no início de suas declarações perante os jurados, o oficial explicou que faltou à sessão por estar doente.

Na época do crime, o tenente-coronel era o comandante da Companhia da PM de Iguatu e, portanto, superior imediato do então capitão Bezerra, que chefiava o destacamento da Corporação em Mombaça, terra natal dos dois jovens assassinados.

O militar buscou desmentir boatos de que Bezerra teria fugido de Iguatu, logo após o crime, com a ajuda de colegas de farda. "Estava em casa, dormindo, quando recebi uma ligação dando conta do que havia acontecido (o crime). Então, tomei as providências imediatas. Determinei que uma viatura fizesse o isolamento no local do crime e a outra saísse em diligências para localizar o capitão", sustentou.

Também prestaram declarações testemunhas oculares do fato, como o garçom que serviu bebida ao militar, momentos antes do duplo assassinato, e um churrasqueiro que teria apartado a briga do oficial com os dois jovens. Eles depuseram como testemunhas da acusação. Pela defesa, além do tenente-coronel Alcoforado, foram ouvidos outros policiais militares.

O advogado de defesa do ex-PM, Delano Cruz, apresentou três linhas de argumentação na tentativa de absolver o militar:legítima defesa; homicídio privilegiado em razão de injusta provocação que o réu teria recebido das vítimas; e, por último, a desclassificação para homicídio simples, teses não acatadas pelo Júri Popular.

Já a acusação sustentou, em plenário, a tese de duplo homicídio qualificado, pela qual o réu acabou sendo condenado. A acusação foi feita pelo experiente promotor de Justiça Francisco Marques Lima, em nome do Ministério Público Estadual, tendo como assistente de acusação, o advogado criminalista Paulo Quezado, que antes da sessão demonstrava confiança na condenação do ex-PM .

PROTAGONISTA
O réu
Daniel Gomes Bezerra
O ex-capitão da PM está preso desde o dia do crime, quando teve a custódia preventiva decretada pela Justiça de Iguatu. Bezerra permanece recolhido numa cela no Quartel do Batalhão de Polícia de Choque, nesta Capital. O crime ocorreu na madrugada do dia 17 de março de 2007. Com um revólver de calibre 38, ele assassinou os irmãos Marcelo e Leonardo Moreno

Postada:Gomes Silvveira
Fonte:Diario do Nordeste


Cid defendeu para 2012 o arco de aliança do qual o PSB faz parte (SARA MAIA)

Enquanto o ex-deputado federal Ciro Gomes (PSB) insiste em se colocar como potencial pré-candidato socialista às eleições presidenciais de 2014, seu irmão, o governador Cid Gomes (PSB), evita manifestar qualquer tipo de apoio à tese. Isso porque a legenda ainda não definiu os rumos de sua aliança com o PT da presidente Dilma Rousseff (PT).

O assunto permeou os bastidores do XII Congresso Nacional do PSB, realizado no último final de semana, em Brasília. Na manhã de ontem, durante evento do Governo do Estado, Cid afirmou ao O POVO aguardar por decisão oficial do partido para tomar posição. “Nenhuma dessas questões foram colocadas formalmente no congresso, como tema a ser deliberado, aprofundado, discutido”, disse.

Ele reafirmou a intenção do irmão e aliado político em tentar, mais uma vez, emplacar como o candidato do PSB, mas se esquivou de tecer comentários a respeito das possibilidades para a sucessão de Dilma no Palácio do Planalto. “Com relação ao Ciro, ele repetiu isso no congresso, mas ele tem falado em várias oportunidades: o desejo de, em 2014, ser candidato à Presidência”, reafirmou.

Enquanto isso, o presidente nacional do PSB, governador de Pernambuco, Eduardo Campos, dá manifestações de apoio ao governo petista, mas nos bastidores se conjectura seu nome para a disputa presidencial.

Para 2012, o governador ratificou a decisão pela permanência do arco de aliança do qual o PSB faz parte. “A deliberação do partido é procurar manter o arco de aliança que a gente tem relações já de algum tempo, como é o caso do PT, do PDT, PCdoB, com os quais temos até alianças no Congresso Nacional”, pontuou. No Ceará, o governador enfatizou também a parceria com o PMDB e PP.

Quanto ao período de campanha das eleições municipais em 2012, Cid apontou que o PSB deverá se focar na questão dos problemas urbanos. “É fundamental que a gente pense na questão da mobilidade urbana. As grandes cidades estão obrigando os trabalhadores, os mais pobres, a terem um terceiro turno de trabalho. Dois turnos no trabalho e mais um para ir e voltar”, disse.
O quê

ENTENDA A NOTÍCIA

O PSB ainda avalia as condições de sair com candidato próprio em 2014. Caso isso aconteça, as apostas recaem não sobre Ciro Gomes, mas sobre Eduardo Campos, que prefere discursar a favor do PT, seu principal aliado.
Postada:Gomes Silveira
Fonte:O Povo


O presidente do Senado, José Sarney 


O presidente do senado José Sarney  (PMDB-AP) e o líder da bancada do DEM, senador Demóstenes Torres (GO), protagonizaram uma forte discussão na tarde desta terça-feira (6) no plenário da Casa

O motivo da discussão foi a votação do requerimento apresentado pelo governo que pedia a inversão da pauta, para que a proposta que prorroga até 2015 a Desvinculação de Receitas da União (DRU) fosse discutida antes da votação do projeto do novo Código Florestal.
A discussão começou quando Demóstenes discordou da votação do requerimento, afirmando que não havia acordo para a apreciação. O senador do DEM afirmou que não havia "compromisso" por parte do governo, nem do presidente da Casa.
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"Senhor presidente, mais uma vez fica evidente a falta de compromisso do governo e de Vossa Excelência também, me permita. Não há qualquer possibilidade de se fazer entendimento com o governo e com a Mesa desta Casa, porque sistematicamente [...] Hoje a presidente disse: '“Nós vamos tratorar'”. E é o que está acontecendo, está tratorando. V. Excelência está rasgando o regimento, rasgando a sua palavra", gritou Demóstenes.
Sarney rebateu, e afirmou que estava "cumprindo" o regimento ao colocar o requerimento em votação. "A Mesa está cumprindo inclusive aquilo que nós concordamos no gabinete", disse Sarney.
No meio da discussão, o senador do DEM apontou o dedo para Sarney e disse que ele estaria burlando o regimento e quebrando o acordo.
"Não use da minha concordância para determinado procedimento para vossa excelência e o governo, de maneira torpe, burlar o que nós fizemos, torpe! Não queira me utilizar nesse tipo de... não fiz esse acordo. O acordo era para votar o Código Florestal!"
"Pois é o Código Florestal que estamos votando!", interrompeu Sarney. "Não senhor! E vossa excelência iniciou a votação e disse que hoje era o primeiro item da pauta. Honre então, que vossa excelência descumpriu o acordo!", rebateu Demóstenes.
Irritado, Sarney exigiu que a palavra "torpe" não constasse nas notas taquigráficas da Casa. "Eu mando cancelar a palavra '“torpe'” da taquigrafia", disse Sarney. Demóstenes retrucou: "Não precisa, não. Pode constar!".
Sarney reforçou a retirada da palvra que, mais tarde, não constou nas notas do Senado. "Está mandado cancelar, e ao presidente compete policiar os trabalhos do plenário!".
Ao deixar a Mesa, Sarney exigiu que Demóstenes pedisse desculpas pela discussão. Passados alguns minutos, o senador do DEM voltou ao microfone para pedir desculpas ao presidente da Casa.
"Ainda há pouco, em uma discussão acalorada com a Mesa, presidida pelo senador José Sarney, eu usei a expressão '“torpe'”, e o senador José Sarney ficou ofendido com a expressão. Então, estou pedindo a Vossa Excelência que a retire, que mande riscar essa expressão.O que acontece é que eu tenho um tipo de temperamento em que a minha discussão é dura, mas é extremamente leal. Essa lealdade não quer, de maneira alguma, fazer com que qualquer espécie de discussão transponha para o lado pessoal", disse o senador.
Demóstenes ainda reforçou que não tem nada contra o senador Sarney. "Não tenho, pessoalmente, nada contra o senador José Sarney. Muito pelo contrário, ele me trata sempre com muita lhaneza, com muita deferência [...] de forma que, em relação à ofensa, peço desculpas ao senador José Sarney. Peço que se retire a palavra '“torpe'” e mantenho, naturalmente, todos os outros termos institucionais, entendendo que, mais uma vez, a Mesa errou ao não cumprir o acordo que nós fizemos".
Postada:Gomes Silveira
Fonte:G1



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Osmar Baquit quer reunir líderes partidários para discutir formas de evitar a irregularidade na Assembleia
Diante dos discursos exaltados em função das eleições do próximo ano, parlamentares defendem que AL dê o exemplo

Observando que o tom dos discursos políticos já começam a se alterar em função das eleições municipais do próximo ano, o deputado Osmar Baquit (PSD) alertou sobre o cuidado que a Assembleia Legislativa deve ter para evitar propaganda antecipada por parlamentares e atentou também para a necessidade de evitar o desmonte de prefeituras do Interior após o pleito, bem como a violência nos municípios no período pré-eleitoral.

O parlamentar prometeu solicitar à Mesa Diretora da Assembleia uma reunião com as lideranças partidárias para discutir a questão. "O próximo ano vai começar fervendo, e essa Casa não pode pagar por erros de A ou de B", justificou. Baquit disse que o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) já começou a realizar encontros no Interior para discutir questões relacionadas às eleições, mas defendeu a necessidade de que também a Assembleia dê o seu exemplo.

Segundo Osmar Baquit, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) já chegou a notificar a Casa por observar propaganda antecipada no tom de alguns discursos. Ele pediu que os próprios parlamentares fiquem atentos para que a Casa não seja prejudicada. "É evitar o abuso do poder que nós temos na voz, no microfone", ressaltou o parlamentar.

Baquit também alertou sobre as tensas disputas no Interior, que muitas vezes causam o desmonte de prefeituras e, consequentemente, prejuízos aos municípios. No entendimento do parlamentar, os prefeitos eleitos em 2012 não deveriam esperar até 2013 para assumirem os cargos, pois os três meses entre o pleito e a posse tem servido para que candidatos derrotados nas urnas coloquem em risco as finanças dos municípios.

"Por que ganhar a eleição em outubro e assumir só em janeiro?", questionou, ao defender um prazo de 10 ou 15 dias para a posse por entender que os novos gestores já estariam preparados. "Ninguém deve concorrer a uma prefeitura sem ter um plano de governo", considerou o deputado.

Conforme Osmar Baquit, já está em curso uma campanha antecipada e, por isso, é preciso o intermédio da Justiça Eleitoral. O parlamentar disse que, no Interior, o que se tem observado é um assistencialismo predominante, com prefeitos ameaçando eleitores de perderem benefícios como o Bolsa Família, programa do Governo Federal ao qual a população têm direito.

"Assim os tribunais vão viver abarrotados, porque os próprios políticos fazem por onde chegar lá e serem denunciados", declarou Baquit, antes de defender que os deputados estaduais deem um exemplo concreto de cidadania e participação na vida pública, diante da campanha eleitoral que se aproxima. "Que essa Casa não se transforme em um ringue. Que haja debate, mas não agressão", pediu o parlamentar.

Discórdia

O deputado Roberto Mesquita (PV) afirmou que o assunto pode causar discórdia na Assembleia, no próximo ano. Argumentando que o Legislativo é a Casa do Povo, ele pediu o empenho dos colegas para que agressões não encontrem eco ali.

Sobre o risco de desmonte nas prefeituras, Mesquita destacou que o presidente do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), Manoel Veras, já fez um alerta, reafirmando seu compromisso de coibir a prática. "A cada ano, é comum uma CPI do desmonte, porque há um verdadeiro sucateamento dos municípios. Estamos há 10 meses da eleição, é importante nos adiantarmos nesse assunto", disse.

Inviabilidade

O deputado Osmar ainda afirmou que os prefeitos passam anos sem oferecer aumento aos servidores, mas, após perderem a eleição, muitos concedem benefícios generosos para causar certa inviabilidade ao sucessor.

O parlamentar disse ter ficado "abismado" ao assistir um vídeo no qual o prefeito de Umirim realizava agressões na Câmara Municipal. "Ele quebrou a porta da Câmara e agrediu um deficiente físico", acrescentou. Diante disso, Baquit salientou que é preciso atentar também para a violência nos municípios no período pré-eleitoral. "Não é só violência física, mas financeira também. Isso destrói o sistema democrático", pontuou.
Postada:Gomes Silveira
Fonte:Diario do Nordeste



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O advogado e ex-procurador do Município de Juazeiro do Norte, Antônio Irlando Linhares, havia sido preso em outubro último, acusado de mandante do crime. Ontem, ele foi solto
Advogados alegaram inexistência de provas contra os acusados de mandantes do duplo assassinato no Cariri

Por três votos a zero, os desembargadores integrantes da Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará decidiram, ontem, conceder habeas corpus aos acusados de um duplo assassinato ocorrido, em setembro último, na cidade de Juazeiro do Norte (a 493Km de Fortaleza).

Os desembargadores Paulo Timbó (relator), Haroldo Correia Máximo e Francisco Pedrosa votaram pela concessão de habeas corpus em favor do advogado e ex-procurador de Juazeiro, Antônio Irlando Pereira Linhares; e do ex-vereador de Santana do Cariri e promotor de eventos, Francisco Saturnino da Silva, o ´Chico Rio de Janeiro´.

Os dois homens estavam presos desde o dia 8 de outubro, quando foram apanhados numa operação da Polícia Civil nos Estados do Ceará e Paraíba.

Habeas corpus

O julgamento do pedido de liberdade para os dois principais acusados do crime havia começado na semana passada. No dia 29, o desembargador Paulo Timbó, relator do recurso, votou contra a liberdade dos acusados. Já o desembargador Haroldo Correia Máximo foi a favor da libertação dos réus. O terceiro voto (de desempate) caberia, então ao desembargador Francisco Pedrosa que, todavia, pediu vistas, isto é, solicitou que o julgamento fosse suspenso para poder analisar mais detidamente o recurso.

Ontem, a sessão foi retomada e Pedrosa também se manifestou a favor da liberdade para os acusados. Já o relator do processo, Haroldo Máximo, reformou seu voto, opinando também pela soltura dos réus. A medida, então, foi estendida aos demais implicados presos.

Os recursos a favor de Irlando Linhares e Francisco Saturnino haviam sido impetrados no Tribunal pelos advogados criminalistas Hélio Leitão e Paulo Quezado, respectivamente. Ontem, os dois operadores do Direito obtiveram êxito no TJCE.

Leitão ressaltou ao Diário do Nordeste, por telefone, logo após a sessão, que a Procuradoria Geral da Justiça (PGJ) havia emitido parecer favorável à libertação dos suspeitos. Lembrou que o inquérito instaurado para apurar o crime foi concluído pela Polícia Civil, através da Delegacia Regional de Juazeiro do Norte, sem apontar os responsáveis pelo delito. Contraditoriamente, a própria Polícia havia requisitado ao Judiciário a prisão dos acusados.

O crime

Os réus foram acusados de participação na morte do vereador, advogado e policial militar Amarílio Pequeno da Silva; e do ex-policial civil José Alves Bezerra. Ambos foram mortos na noite de 20 de setembro passado.

A pistolagem ocorreu quando as vítimas se encontravam em uma praça, no bairro Triângulo. Dois homens numa moto, aproximaram-se e descarregaram suas armas.

Negociatas

Em matéria exclusiva publicada no dia 3 de novembro, o Diário do Nordeste revelou um depoimento prestado por Irlando Linhares em que este disse que o crime deveu-se a uma trama por conta de dívidas e negociatas milionárias que, segundo ele, envolve um juiz de Direito com passagem pelo Cariri.
 
Postada:Gomes Silveira
Fonte:Diario do Nordeste


Deputado defende antecipação da posse dos prefeitos eleitos em 2.012
O deputado Osmar Baquit (PSD) defendeu, em pronunciamento nesta terça-feira, dia 06, na Assembleia Legislativa, a posse dos prefeitos eleitos no próximo ano.
Para ele, os que ganham a eleição não deveriam esperar até janeiro de 2013 para tomar posse. Baquit admite que a espera propicia que os derrotados promovam o desmonte de prefeituras ou concedam benefícios excessivamente generosos aos servidores, colocando em risco as finanças do município.
Baquit também pediu uma reunião da Mesa Diretora com os líderes partidários, para evitar que o clima da campanha política invada o plenário da Assembleia. Segundo ele, o tom dos pronunciamentos já está um pouco alterado, sendo importante a intervenção da direção da Casa.
O parlamentar disse que recebeu em seu gabinete um candidato a prefeito de Umirim e ficou “abismado” com os relatos do que ocorre naquele município. “Assisti gravações de agressões à Câmara Municipal, realizadas pelo atual prefeito. Ele chegou chutando a porta da Câmara, agrediu um deficiente físico, e ameaçou dar três tiros”, contou Baquit.
O deputado chamou atenção da Justiça Eleitoral para o problema da violência nos municípios, no período pré-eleitoral. “O que chama atenção é como a violência pode predominar. Não só física, mas também financeira, que corroi o sistema democrático. Muitos prefeitos usam do poder econômico e ameaçam até os eleitores de perder a participação no programa Bolsa Família”, assinalou.
Segundo Baquit, estamos assistindo a uma campanha eleitoral antecipada, com muros já pintados, e o assistencialismo predominando violentamente. “Isso é muito ruim porque é uma luta desigual, que desafia a Justiça Eleitoral. Os tribunais vão viver abarrotados de processos, se medidas urgentes não forem adotadas”, observou.
Baquit disse que os deputados precisam dar o exemplo de como participar da vida pública. Ele considerou que os verdadeiros políticos são os que sabem encarar o revés das urnas.
Em aparte, Roberto Mesquita (PV) parabenizou a Baquit pela antecipação do que pode ocorrer em “disputas paroquiais”. Segundo ele, o Tribunal de Contas dos Municípios também declarou que não vai permitir o desmonte das prefeituras. “Os que perdem geralmente fazem sucateamento dos municípios”, disse.
Postada:Gomes Silveira
Fonte:Monólitos Post